quarta-feira, 1 de agosto de 2007

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Entrevista - Folha de SP. Hoje. Caderno Ilustrada

Ataque à blogosfera
"Anticristo" entre os blogueiros, historiador britânico Andrew Keen diz em livro que a internet está matando a cultura e critica sites como YouTube e Wikipedia
MARCO AURÉLIO CANÔNICODA REPORTAGEM LOCAL George Orwell não entendeu o futuro. Em seu clássico "1984", o escritor temia pelo desaparecimento do direito à expressão individual, mas, no atual mundo da internet, o verdadeiro horror é justamente o oposto: a abundância de autores e de opiniões. O raciocínio é do historiador britânico Andrew Keen, 46, ex-professor das universidades de Massachusetts e Berkeley (EUA) e um dos pioneiros do Vale do Silício, que na primeira onda da internet fundou o site de música Audiocafe.com. Keen tornou-se um dos líderes da crítica à internet graças a seu livro "The Cult of the Amateur: How Today's Internet Is Killing Our Culture" (o culto ao amador: como a internet de hoje está matando nossa cultura), recém-lançado no exterior e ainda sem edição no Brasil. Sua cruzada não é contra a tecnologia em si, mas contra a revolução da segunda geração da internet, a web 2.0, baseada na interatividade e no conteúdo gerado pelos usuários, cujos marcos são os blogs e sites como o YouTube e a Wikipedia -que, segundo Keen, estão gerando "menos cultura, menos notícias confiáveis e um caos de informações inúteis". Graças ao livro, Keen tornou-se uma espécie de anticristo entre os blogueiros, sendo chamado desde "prostituta das grandes corporações" até "um mastodonte rosnando contra os ventos da mudança". Em entrevista à Folha por telefone, ele explicou suas idéias e por que, mesmo com toda sua crítica, tem um blog.
FOLHA - O sr. fala em "darwinismo digital" para descrever o funcionamento dos blogs. ANDREW KEEN - Sim, é a sobrevivência do mais adaptado, o que, no caso dos blogs, significa os que escrevem mais. A blogosfera é muito competitiva e masculina, é um jogo em que, para você ganhar, alguém tem que perder. Não é lugar para conversas ponderadas.
FOLHA - O sr. também vê um resquício da cultura hippie na web 2.0? KEEN - Há um legado hippie na filosofia libertária da blogosfera, no desprezo à autoridade, à mídia tradicional. Acho que a autoridade do Estado, da mídia, são coisas que devemos prezar, porque têm valores significantes que, se minados, criariam a anarquia. A rejeição da autoridade vista nos blogs não é progressista, é anarquista.
FOLHA - Mas o sr. é contra experiências como o Creative Commons [sistema de licenciamento de obras artísticas pela internet]? KEEN - Acho que é um movimento que inclui moderados e radicais. Eu o respeito, mas temo que ele esteja desvalorizando a credibilidade da propriedade intelectual. Acho que a idéia funciona quando você é um sofisticado professor de direito como Larry Lessig [criador do Creative Commons], mas me preocupa que as pessoas se apóiem em um conceito como o que ele criou para roubar idéias alheias, me inquieta essa permissividade geral em relação aos direitos autorais, em especial entre os jovens.
FOLHA - É isso que causa o que o sr. chama de "assalto à economia"? KEEN - Talvez eu tenha estabelecido, no livro, muita causalidade entre a ascensão da nova mídia e o declínio da tradicional. As novas mídias são uma das causas do declínio, mas a indústria de música, os estúdios de Hollywood, os grandes jornais e TVs têm outros problemas. Dito isso, acho que deveríamos prezar pela existência de mídia tradicional.
FOLHA - Mas não é apenas a falta de adaptação às novas tecnologias que prejudica a mídia tradicional? KEEN - Não me oponho à tecnologia, entendo que ela sempre muda tudo e que temos que mudar com ela. Mas nem todo avanço tecnológico é bom e, em algumas circunstâncias, pode ser bom gerenciar ou conter as mudanças tecnológicas, se elas minam a sociedade. A Escola de Frankfurt se mostrou correta, emburrecemos nossa cultura e me preocupa que a internet continue fazendo isso, acabando com nossa vitalidade cívica e com a economia do entretenimento e da informação.
FOLHA - Por que a "democratização da internet" é falaciosa? KEEN - Porque há novos oligopólios anônimos na rede, nos jogos on-line, nos pequenos grupos de ativistas que editam a Wikipedia, nos poucos blogueiros que dominam a maior parte dos acessos entre os 70 milhões de blogs. Não vejo como a web 2.0 está democratizando a mídia, acho que acontece o oposto: a mídia tradicional fornece informação de qualidade acessível às massas e não acho que a segunda geração da web esteja reproduzindo isso.
FOLHA - O fato de o sr. ter um blog não é paradoxal? KEEN - Tenho blog para vender o livro e construir minha marca. A internet é uma grande plataforma de marketing, mas é preciso ter algo por trás. Meu livro não defende que as pessoas não tenham blogs, apenas que não finjam que são substitutos da mídia tradicional ou representantes de fontes de informação confiáveis sobre o mundo. Como as pessoas saberiam da crise aérea brasileira, por exemplo, sem jornalistas profissionais? Iam ter de se basear em blogueiros, que podem ser representantes das companhias aéreas ou do governo?
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3007200707.htm
São Paulo, segunda-feira, 30 de julho de 2007 O defensor "Rival" elogia variedade de idéias na web
DA REPORTAGEM LOCAL
Os antagonistas de Andrew Keen são numerosos, mas entre eles têm se destacado o pesquisador de Harvard David Weinberger, 57, autor do também recém-lançado livro "A Nova Desordem Digital" -este já disponível no Brasil, pela editora Campus (280 págs., R$ 65).A dupla tem discutido seus pontos de vistas antagônicos em diversos eventos de tecnologia e nas páginas de jornais como o "The Wall Street Journal"."O fato de a informação estar se mudando para a internet é bom, porque a torna mais acessível e utilizável. Podemos encontrar relações entre idéias de modo muito mais fácil", disse Weinberger à Folha.Para horror de Keen, Weinberger vê vantagens no declínio das "velhas autoridades", "porque elas não funcionam neste novo mundo, não conseguem se adaptar à gigantesca escala da informação na rede".Ambos concordam em um ponto: há muito lixo no gigantesco fluxo de informação on-line. Para Weinberger, no entanto, igualmente numerosas são as maneiras de localizar o que é valioso."A solução para o problema do excesso de informação sempre foi mais informação, notícias falando de notícias", argumenta."Uma das coisas mais importantes na internet atual é o surgimento dos filtros sociais: em vez de acreditar apenas em especialistas, estamos confiando em nossos amigos e pessoas de gostos semelhantes para escolher o que pode ser de interesse."

quinta-feira, 26 de julho de 2007

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Vidipedia

Wikipedia para vídeos...
Védos que complementam os artigos abordados.
http://www.avinio.blogspot.com/2007/07/wikipedia-but-video.html

domingo, 15 de julho de 2007

SOBRE WITTGENSTEIN
http://www.imeem.com/tag/wittgenstein
Critica a lógica. Demonstra a existência de Deus
http://br.youtube.com/watch?v=nsjJiiwJ3pw
Video sobre significado e uso da linguagem.
Animação pautada nos Jogos de linguagem de Wittgenstein.
http://br.youtube.com/watch?v=FfioSf5II_Y&mode=related&search=
Bernad Russerl falando sobre filosofia. pensamento filosófico exato:
http://br.youtube.com/watch?v=LUaSO9WDcng&mode=related&search=

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Link capes para bolsa no exterior

http://www.capes.gov.br/bolsas/noexterior/estagio_doutorando.html

Datas para pedido de bolsa sanduiche

Data de início da atividade no exterior
Entrada do pedido
Resultado
Janeiro - Fevereiro
02/Julho a 01/Setembro
30 de novembro
Março - Abril
02/Setembro a 01/Novembro
31 de janeiro
Maio - Junho
02/Novembro a 01/Janeiro
31 de março
Julho - Agosto
02/Janeiro a 01/Março
31 de maio
Setembro - Outubro
02/Março a 01/Maio
31 de julho
Novembro - Dezembro
02/Maio a 01/Julho
30 de setembro

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Wittgenstein na ótica de Gianotti e Habermas - defende que é possível a transição entre jogos de linguagem em Wittgenstein.
http://72.14.205.104/search?q=cache:GreVHaR1DBwJ:www.ilea.ufrgs.br/episteme/portal/pdf/numero22/episteme22_araujo.pdf+wittgenstein+habermas&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=2&gl=br
REVISTA FILOSOFIA
v.16 n.18 Jan /Jun. 2004

A NATUREZA DO CONHECIMENTO APÓS A VIRADA LINGÜISTICO-PRAGMÁTICA
The Nature of knowledge after the linguistic-pragmatic turn

Inês Lacerda Araújo 1PUCPR, autora de Introdução à Filosofia da Ciência e de Foucault e Crítica do Sujeito - editados pela Editora da UFPR 2

ResumoA problemática do conhecimento é o centro da filosofia desde o século XVII. Será possível abordar o conhecimento após a virada lingüístico- pragmática que se deu a partir de fins do século XIX? Para responder a essa questão mostramos que após Frege e Wittgenstein, cai o modelo fundacionalista que preconiza a busca da verdade e de certeza pela relação entre sujeito cognoscente e mundo/objeto conhecido. A semântica veritativa, critica Habermas, ainda prende-se à função expositiva da linguagem e, com isso, permanece presa à teoria do conhecimento tradicional. Numa teoria pragmática do significado não só o pensamento é comunicado, mas um fato é compartilhado, a verdade não se resume a um conteúdo proposicional, ela está ligada a razões, ao entender-se com alguém a respeito de algo. Habermas em “Verdade e Justificação” mostra que a racionalidade não é única (há a racionalidade reflexiva, a epistemológica, a teleológica e a comunica- tiva). O conhecimento não se limita em formular juízos, mas é uma atividade de reconstrução que faz parte de nossas formas de vida. Ao lado das pretensões de validez há, para Habermas, um aspecto semântico, realista. No discurso há uma relação entre verdade e justificação, requisito para os processos intersubjetivos, que demandam o mundo objetivo enquanto algo que favorece ou não os processos de entendimento. Um enunciado bem justificado, retorna ao mundo da vida. Assim, no paradigma lingüístico-pragmático, faz sentido pergun- tar pela natureza do conhecimento, somente se o conhecimento for visto como uma prática que decorre de necessidades do mundo da vida e não de certezas transcendentais.
Palavra chave : Virada lingüístico-pragmática; Wittgenstein; Habermas; Verdade; Justificação

http://www2.pucpr.br/reol/index.php/RF?dd1=89&dd99=view
Algumas publicações brasileiras sobre Wittgenstein com texto completo - Unicamp
http://www.unicamp.br/~jmarques/pesq/wittgenstein.htm
As tags são dados/metadados simples aplicados a um objeto usados por um sujeito para descrever ou identificar algo no sistema on line.
O resultados do taggeamento de um sujeito na rede gera uma Folksonomia. A folksonomia é o resultado de um taggeamento livre feito por um sujeito na rede para recuperar aquilo que lhe convém. O taggeamento é "usualmente" uma atividade social. O ato de taggear é feito por pessoas que precisam consumir informação.
O valor de um taggeamento externo é derivado da forma de como as pessoas usam seu "próprio" vocabulário e adicionam a ele os significados e como isto pode vir a inferir na compreensão do informação ou objeto buscado.
Pessoas não estão categorizando e relacionando significados a itens específicos. Os significados agregados tem a ver com sua própria compreensão sobre o assunto.
Isso é Puro Wittgenstein 2!

Wittgenstein 2.0

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Evento - Age 2.0

Mega evento sobre Age 2.0 - São Paulo, 09 e 10 de agosto
http://www.digitalage20.com.br/

domingo, 1 de julho de 2007

Vídeo Wittgenstein - parte 1 - Cambridge

Vídeo Wittgenstein - Explicação de conceitos - Tratactus e investigações
http://br.youtube.com/watch?v=r0cN_bpLrxk&mode=related&search=

Vídeo Wittgenstein 3

Vídeo Wittgenstein - explicação de conceitos - Cambridge
http://br.youtube.com/watch?v=PIhl9rVg6mM&mode=related&search=

Vídeo Wittgenstein

Vídeos do Filme de Wittgenstein - explicação de conceitos- passagem do Tratactus paraas Investigações

http://br.youtube.com/watch?v=ILlvG78ZldQ

terça-feira, 26 de junho de 2007

Relato - envio de tópico nas comunidades

Envio de tópico de discussão sobre meu Blog e o conceito na Wikipedia de Biblioteca 2.0 para todas as comunidades de Biblioteconomia do orkut.
Tabulação de dados sobre essas comunidades.

sábado, 23 de junho de 2007

Site como tesauro

Site de músicaque estrutura tudo de forma muito parececida ao tesauro ( masnão usa tags comoo last fma)
http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=11:jifuxqr5ldhe

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Relato de experiência - escrever em Blog.

Enfim...após uma política intensiva de divulgação do Blog sobre Biblioteca 2.0 começo ter algum retorno e, participando das discussões, pude perceber que tenho me preocupado muito mais com as questões estruturais, ortográficas e semânticas sobre o que escrevo. Tantas outras coisas me fizeram pensar três vezes antes de escrever pelo fato de saber que poderia ser criticada e avaliada por qualquer um a qualquer momento. Não tenho respaldo de nome, instituição, periódico. Só o que escrevo é válido - tenho que fazer valer, ser aceito, ser sincero.

PS. Finalizei a solicitação de contatos com Criadores de Comunidades de Biblioteconomia no Orkut solicitando a divulgação do Blog.

Biblioteca 2.0 - Grupo de estudo

Entrada no grupo Biblioteca dois.
http://bibliotecarios20.ning.com/profile/LucianaGracioso

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Fabiano Caruso - Site Mundo 2.0 Biblioteca 2.0

http://bibliotecarios20.ning.com/profile/fabianocaruso

Biblioteca 2.0 - Portugal

http://vivabibliotecaviva.blogspot.com/search/label/Fabiano%20Caruso

Biblioteca 2.0 - blog mais importante no Brasil

http://fabianocaruso.com/category/biblioteca-social/

Divulgação do Blog no orkut

Envio de convite para participação no Blog Biblioteca 2.0 para as comunidades de Biblioteconomia do orkut.
Entrei em contato e fiz a solicitação via mediadores das comunidades.
Envio de convite até Biblioteconomia FURG.

haker - postura de construção do conh na Web

Ver Dissertação Wilken (Ciências sociais, software livre, p. 39).

Bordieu - Software livre

"pode-se medir ao grau de autonomia de um campo de produção erudita com base no poder que dispõe para definir as normas da duas produção, os critérios de avaliação de seus produtos e, portanto para retraduzir e reinterpretar todas as determinações externas de acordo com seus princípios de funcionamento (BORDIEU - 2004, p. 106)

Youtube Br e Globo

Youtube na Brasil.
Se filia a Globo.
Agora os sistes mais acessados são de conteúdos da Tv e não dos ATORES desconhecidos.
Voltamos a ser controlados.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u305672.shtml

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Folksonomia - artigo no Datagrama 2007

Discute os conceitos, as novas metodologiasde indexação, os novos recursos da Web 2.0 que utilizam tags para indexação. Cita exemplos e demonstrar telas dos produtos.
http://www.dgz.org.br/jun07/F_I_art.htm

: (

Nenhuma interação no verbete Biblioteca 2.0 da wiki e no Blog do assunto.

Social computing - justificativa

Social computing begins from the observation that humans – and human behavior – are profoundly social. From birth humans orient to one another, and as they grow they develop abilities for interacting with one another ranging from expression and gesture to spoken and written language. As a consequence, people are remarkably sensitive to the behavior of those around them, and make countless decisions that are shaped by their social context. Whether it's wrapping up a talk when the audience starts fidgeting, choosing the crowded restaurant over the nearly deserted one, or crossing the street against the light because everyone else is doing so, social information provides a basis for inferences, planning, and coordinating activity.
The premise of social computing is that it is possible to design digital systems that support useful functionality by making socially produced information available to their users. This information may be provided directly, as when systems show the number of users who have rated a review as helpful or not. Or the information may be provided after being filtered and aggregated, as is done when systems recommend a product based on what else people with similar purchase history have purchased. Or the information may be provided indirectly, as is the case with Google’s page rank algorithms which orders search results based on the number of pages that (recursively) point to them. In all of these cases, information that is produced by a group of people is used to provide or enhance the functioning of a system. Social computing is concerned with systems of this sort and the mechanisms and principles that underlie them.

Conceito extraído da Wikipedia hj.

Glossário Wikipedia - Social Computing

Social computing is a general term for an area of computer science that is concerned with the intersection of social behavior and computational systems. It is used in two ways. In the weaker sense of the term, social computing has to do with supporting any sort of social behavior in or through computational systems. It is based on creating or recreating social conventions and social contexts through the use of software and technology. Thus, blogs, email, instant messaging, social network services, wikis and other instances of what is often called social software illustrate ideas from social computing. In the stronger sense of the term, social computing has to do with supporting “computations” that are carried out by groups of people, an idea that has been popularized in Surowiecke’s book, The Wisdom of Crowds. Examples of social computing in this sense include collaborative filtering, online auctions, prediction markets, reputation systems, tagging, and verification games.
Social computing has become more widely known because of its relationship to a number of recent trends. These include the growing popularity of social software and web 2.0, increased academic interest in social network analysis, the rise of open source as a viable method of production, and a growing conviction that all of this can have a profound impact on daily life. A February 13, 2006 paper by market research company Forrester Research suggested that:
Easy connections brought about by cheap devices, modular content, and shared computing resources are having a profound impact on our global economy and social structure. Individuals increasingly take cues from one another rather than from institutional sources like corporations, media outlets, religions, and political bodies. To thrive in an era of Social Computing, companies must abandon top-down management and communication tactics, weave communities into their products and services, use employees and partners as marketers, and become part of a living fabric of brand loyalists. –Forrester Research[1]

WEB 2.0 - Isko 2007

Tema da ISKO:
2007 Annual Meeting Call for Papers - Submission DeadlinesJoining Research and Practice: Social Computing and Information ScienceOctober 19-24, 2007 Hyatt Regency Milwaukee, Wisconsin
Web 2.0 and social computing are changing the way people use and perceive the Internet as well as the way they work and play. When users are no longer simply consumers of information, and become active producers and contributors, what are the implications for information science? How are social computing and Web 2.0 trends affecting the work of information professionals? What current research and applications are shaping future directions? ASIS&T 2007 aims to bring together researchers and practitioners from all aspects of information science, industry, academe, and information professions for lively discussions and debates about the social aspects of information, about all things 2.0 (or looking to the future) or higher.
How and what to study in understanding people’s behaviors in web 2.0? Are there significant behavioral or attitudinal changes?
How and what to measure in understanding web 2.0 and library 2.0 impacts? What are the metrics for ROIs?
What are the underpinnings of folksonomy? How does folksonomy mesh with taxonomy? What is the role of metadata in social computing?
How does information architecture affect social computing and vice versa?
What are the trends in user interface design? How will interfaces evolve beyond current web-based designs as social computing grows?
How might developments in computer gaming inform design for or impact learning?
Is the information world getting flatter? What can we learn from perspectives outside of the United States?
Is social computing creating too much information? How does web 2.0 influence the way we create, represent, organize, store, retrieve, and disseminate information?
How are all the new trends in social computing affecting information science education?

terça-feira, 19 de junho de 2007

FLICKr - criação

Criação de um Flickr para teste.
interessante a opção Tags Populares -para nos ajudar escolher termos para indexarmos nossas imagens.
http://www.flickr.com/photos/tags/

Glossario Wikipedia - Podcasting

Podcasting é uma forma de publicação de programas de áudio, vídeo e/ou fotos pela Internet que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. A palavra "podcasting" é uma junção de iPod - um aparelho que toca arquivos digitais em MP3 - e broadcasting (transmissão de rádio ou tevê).
Assim, podcast são arquivos de áudio que podem ser acessados pela internet.
Estes áudios podem ser atualizados automaticamente mediante uma espécie de assinatura. Os arquivos podem ser ouvidos diretamente no navegador ou baixados no computador.

Glossário Wikipedia - SOA

SOA, Service-oriented architecture, ou ainda, em português, arquitetura orientada a serviços, é um estilo de arquitetura de software cujo princípio fundamental preconiza que as funcionalidades implementadas pelas aplicações devem ser disponibilizadas na forma de serviços.[1][2] Freqüentemente estes serviços são organizados através de um "barramento de serviços" (enterprise service bus, em inglês) que disponibiliza interfaces, ou contratos, acessíveis através de web services ou outra forma de comunicação entre aplicações.[3][2][4] A arquitetura SOA é baseada nos princípios da computação distribuída e utiliza o paradigma request/reply para estabelecer a comunicação entre os sistemas clientes e os sistemas que implementam os serviços. [5]
Além da perspectiva estritamente técnica, a arquitetura orientada a serviços também se relaciona com determinadas políticas e conjuntos de "boas práticas" que pretendem criar um processo para facilitar a tarefa de encontrar, definir e gerenciar os serviços disponibilizados.[6] [7]
A arquitetura orientada a serviços também se insere em um processo de reorganização dos departamentos de tecnologia da informação das organizações, permitindo um melhor relacionamento entre as áreas que dão suporte tecnológico à empresa e as áreas responsáveis pelo negócio propriamente dito, graças a maior agilidade na implementação de novos serviços e reutilização dos ativos existentes

Glossário Wikipedia - RIA

RIA é a abreviação de Rich Internet Applications ou Aplicações Ricas para Internet. É uma Aplicação Web que contêm características e funcionalidades de uma aplicação desktop tradicional. Tipicamente uma aplicação RIA transfere a necessidade de processamento do cliente (numa arquitetura cliente-servidor) para o navegador mas, mantém o processamento mais pesado no servidor de aplicação.
O termo RIA foi usado pela primeira vez em 2001 pela Macromedia (hoje Adobe Systems).
Características:
roda em um navegador e não requer a instalação de programas adicionais;
roda localmente em um ambiente seguro chamado sandbox

Glossário Wikipedia - CGM

Consumer-generated media (CGM) describes word-of-mouth or "influencer" behavior that exists on the Internet. Typically, consumer-generated media encompasses opinions, experiences, advice and commentary about products, brands, companies and services—usually informed by personal experience—that exist in consumer-created postings on Internet discussion boards, forums, Usenet newsgroups and blogs. CGM can include text, images, photos, videos, podcasts and other forms of media. CGM is of particular interest to marketers, brand managers and market researchers because it leaves a digital, archivable trail on the Internet that algorithm-based technologies can measure and analyze.

Glossário Wikipedia - P2P

P2P ou Peer-to-Peer é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes. Difere da arquitetura cliente/servidor, no qual alguns computadores são dedicados a servirem dados a outros. Esta definição, porém, ainda é demasiado sucinta para representar todos os significados do termo Peer-to-Peer.

Glossário Wikipedia - FOLKSONOMIA

folksnomia é uma maneira de indexar informações. Esta expressão foi cunhada por Thomas Vander Wal. É uma analogia à taxonomia, mas inclui o préfixo folks, palavra da língua inglesa que significa pessoas.
O ponto forte da folksonomia é sua construção a partir do linguajar natural da comunidade que a utiliza. Enquanto na taxonomia clássica primeiro são definidas as categorias do índice para depois encaixar as informações em uma delas (e em apenas uma), a folksonomia permite a cada usuário da informação a classificar com uma ou mais palavras-chaves, conhecidas como tags.
Por meio das tags, o usuário pode então recuperar as informações e compartilhá-las. Pode visualizar as tags de outros usuários, assim como identificar o grau de popularidade de cada Tag (metadata) no sistema, e acessar as informações relacionadas.
O primeiro site a usar folskonomia foi o del.icio.us e, em seguida, o flickr e o youTube - três sucessos da Web 2.0.
O Gmail oferece, no lugar de pastas, o recurso de tags para organizar os emails. Entretanto, ele não é um exemplo clássico de folksonomia, pois não permite compartilhar as tags entre usuários do sistema.

Glossário Wikipedia -TAG

TAG
São estruturas de linguagem de marcação que consistem em breves instruções, tendo uma marca de início e outra de fim. Há uma tendência nos dias atuais para se usar as tags apenas como delimitadores de estilo e/ou conteúdo, tanto em HTML quanto em XML.

Glossário Wikipedia - FLICKR

O Flickr é um sítio da web caracterizado como uma rede social cujo foco é no armazenamento e partilha de fotografias (e eventualmente de outros tipos de documentos gráficos, como desenhos e ilustrações). O Flickr permite a seus usuários criarem um arquivo para hospedagem de suas fotografias e entrarem em contato com fotógrafos variados, em geral de diferentes locais do mundo. No começo de 2005 o sítio foi adquirido pelo Yahoo.
O sítio é considerado um dos componentes mais exemplares daquilo que ficou conhecido como Web 2.0, devido ao nível de interatividade permitido aos usuários. O Flickr adota o popular sistema de categorização de arquivos por meio de tags (expressão em inglês que poderia ser traduzida como etiquetas).

Glossário Wikipedia - DEL.ICIO.US

O del.icio.us é o nome de um site que foi desenvolvido por Joshua Schachter, que mantém também o Memepool e entrou no ar no final de 2003.
Ele oferece um serviço on-line que permite que você adicione e pesquise bookmarks sobre qualquer assunto. Mais do que um mecanismo de buscas para encontrar o que quiser na web ele é uma ferramenta para arquivar e catalogar seus sites preferidos para que você possa acessá-los de qualquer lugar.

Glossário Wikipedia - CC

Creative Commons (também conhecido pela sigla CC) pode denominar tanto um conjunto de licenças padronizadas para gestão aberta, livre e compartilhada de conteúdos e informação (copyleft), quanto a homônima organização sem fins lucrativos norte-americana que os redigiu e mantém a atualização e discussão a respeito das mesmas.

Glossário Wikipedia - MLHttpRequest

XMLHttpRequest é um objeto Javascript que torna possível a comunicação assíncrona com o servidor, sem a necessidade de recarregar a página por completo.

Glossário Wikipedia - FEED

termo Feed vem do verbo em inglês "alimentar". Na internet, este sistema também é conhecido como "RSS Feeds" (RDF Site Summary) que é o padrão definido pela W3C.org para denominar os arquivos de agregamento de conteúdo. Na realidade são listas de atualização de conteúdo de um determinado site.

Glossário Wikipedia - RSS

RSS é um subconjunto de "dialectos" XML que servem para agregar conteúdo ou "Web syndication" podendo ser acedido mediante programas/sites agregadores. É usado principalmente em sites de notícias e blogs.
A abreviatura do RSS é usada para se referir aos seguintes padrões:
Rich Site Summary (RSS 0.91)
RDF Site Summary (RSS 0.9 e 1.0)
Really Simple Syndication (RSS 2.0)
A tecnologia do RSS permite aos usuários da internet se inscrever em sites que fornecem "feeds" (fontes) RSS. Estes são tipicamente sites que mudam ou atualizam o seu conteúdo regularmente. Para isso, são utilizados Feeds RSS que recebem estas atualizações, desta maneira o usuário pode permanecer informado de diversas atualizações em diversos sites sem precisar visitá-los um a um.

Glossário Wikipedia - DOM

DOM (Document Object Model - Modelo de Objetos de Documentos) é uma especificação da W3C, independente de plataforma e linguagem, onde pode-se alterar e editar a estrutura de um documento. A API DOM oferece uma maneira padrão de se acessar os elementos de um documento, além de se poder trabalhar com cada um desses elementos separadamente, e por esses motivos criar páginas altamente dinâmicas.

Glossário Wikipedia - CSS

Cascading Style Sheets, ou simplesmente CSS, é uma linguagem de estilo utilizada para definir a apresentação de documentos escritos em uma linguagem de marcação, como HTML ou XML. Seu principal benefício é prover a separação entre o formato e o conteúdo de um documento.
Ao invés de colocar a formatação dentro do documento, o desenvolvedor cria um link (ligação) para uma página que contém os estilos, procedendo de forma idêntica para todas as páginas de um portal. Quando quiser alterar a aparência do portal basta portanto modificar apenas um arquivo.

Glossário Wikipedia - JAVASCRIPT

JavaScript é uma linguagem de programação criada pela Netscape em 1995, que a princípio se chamava LiveScript, para atender, principalmente, as seguintes necessidades:
Validação de formulários no lado cliente (programa navegador);
Interação com a página. Assim, foi feita como uma linguagem de script. Javascript tem sintaxe semelhante a do Java, mas é totalmente diferente no conceito e no uso.
Oferece tipagem dinâmica - tipos de variáveis não são definidos;
É interpretada, ao invés de compilada;
Possui ótimas ferramentas padrão para listagens (como as linguagens de script, de modo geral);
Oferece bom suporte a expressões regulares (característica também comum a linguagens de script).

Glossário Wikipedia - AJAX

AJAX (acrônimo em língua inglesa de Asynchronous Javascript And XML) é o uso sistemático de tecnologias providas por navegadores, como Javascript e XML, para tornar páginas mais interativas com o usuário, utilizando-se de solicitações assíncronas de informações. AJAX não é somente um novo modelo, é também uma iniciativa na construção de aplicações web mais dinâmicas e criativas. AJAX não é uma tecnologia, são realmente várias tecnologias trabalhando juntas, cada uma fazendo sua parte, oferecendo novas funcionalidades. AJAX incorpora em seu modelo.:
Apresentação baseada em padrões, usando XHTML e CSS;
Exposição e interação dinâmica usando o DOM;
Intercâmbio e manipulação de dados usando XML e XSLT;
Recuperação assíncrona de dados usando o objeto XMLHttpRequest;
e JavaScript unindo todas elas em conjunto.
O modelo clássico de aplicação web trabalha assim: A maioria das ações do usuário na interface dispara uma solicitação HTTP para o servidor web. O servidor processa algo — recuperando dados, realizando cálculos, conversando com vários sistemas legados — e então retorna uma página HTML para o cliente. É um modelo adaptado do uso original da Web como um agente de hipertexto, porém o que faz a Web boa para hipertexto não necessariamente faz ela boa para aplicações de software.
Esta aproximação possui muito dos sentidos técnicos, mas não faz tudo que um usuário experiente poderia fazer. Enquanto o servidor está fazendo seu trabalho, o que o usuário estará fazendo? O que é certo, esperando. E a cada etapa em uma tarefa, o usuário aguarda mais uma vez.
Obviamente, se nós estivéssemos projetando a Web a partir do zero para aplicações, não faríamos com que os usuários esperassem em vão. Uma vez que a interface está carregada, por que a interação do usuário deveria parar a cada vez que a aplicação precisasse de algo do servidor? Na realidade, por que o usuário deveria ver a aplicação ir ao servidor toda vez?
A maior vantagem das aplicações AJAX é que elas rodam no próprio navegador web. Então, para estar hábil a executar aplicações AJAX, bastar possuir algum dos navegadores modernos, ou seja, lançados após 2001. São eles: Mozilla Firefox, Internet Explorer 5+, Opera, Konqueror e Safari.
Este texto foi traduzido de Ajax: A New Approach to Web Applications

Glossário Wikipedia - API

API, de Application Programming Interface (ou Interface de Programação de Aplicativos) é um conjunto de rotinas e padrões estabelecidos por um software para utilização de suas funcionalidades por programas aplicativos -- isto é: programas que não querem envolver-se em detalhes da implementação do software, mas apenas usar seus serviços.
De modo geral, a API é composta por uma série de funções acessíveis somente por programação, e que permitem utilizar características do software menos evidentes ao usuário tradicional.
Por exemplo, um sistema operacional (como o Linux) possui uma grande quantidade de funções na API, que permitem ao programador criar janelas, acessar arquivos, criptografar dados, etc. Ou então programas de desenho geométrico que possuem uma API específica para criar automaticamente entidades de acordo com padrões definidos pelo usuário.
No caso de sistemas operacionais, a API costuma ser dissociada de tarefas mais essenciais, como manipulação de blocos de memória e acesso a dispositivos. Estas tarefas são atributos do Kernel ou núcleo do sistema, e raramente são programáveis.
Mais recentemente o uso de APIs tem se generalizado nos chamados plugins, acessórios que complementam a funcionalidade de um programa. Os autores do programa principal fornecem uma API específica para que outros autores criem plugins, estendendo as funcionalidades do programa para os usuários comuns.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/API"

Glossário Wikipedia - Web 2.0

Web 2.0 é um termo cunhado em 2003 pela empresa estadunidense O'Reilly Media[1] para designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma Web, como wikis, aplicações baseadas em folksonomia e redes sociais. Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores.

Web 2.0 - seminário 2006

Títulos e autores dos trabalhos (só).
http://www.estacio.br/campus/cabofrio/seminfo2.asp

Web 2.0 no Lattes

Pleo currúclo lattes apenas 242 foram recuperadas com o asusnto web 2.0.
Ainda precisa-se ver a posição hierárquica com que o assunto foi tratado

Web 2.0 - site

Site que explica as configurações gerais da Web 2.0
Cito algumas coisas em meutrabalho para tese
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/11/16/o-que-e-web-20-workshop-webinsider-vai-discutir/

Arquitetura da informação

Um bom Blog sobre Arquitetura da Informação e tecnologia : boas referências
http://www.carreirasolo.org/

Youtube em português - mas em parceria com a Globo

http://www.corumbaonline.com.br/noticia.asp?codigo=105827

ENANCIB 2007 - até 06/08

ÚLTIMO DIA PARA ENVIO DE TRABLAHO 06 de agosto:
Sugestão para título: Análises preliminares do contexto Web de informação analisados pela perspectiva Pragmática da Filosofia da linguagem.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Web 2.0 - lado mercadológico

Web 2.0 - Como estratégiade mercado
explica bem o que é.
http://www.carreirasolo.org/archives/web_20_voce_sabe_o.html

Web 2.0 - Programa na TV

Program de televisão Jornalistico sobre WEB 2.0
Som Ruim
http://www.youtube.com/watch?v=Vzz-Ik7G3Pk&mode=related&search=

Web 2.0 e Biblioteca 2.0 - Criação de blog - meu

Elaboração de um Blog sobre Web 2.0 e Biblioteca 2.0
Convite para partipação - lista de discussão alunos 04 Ufscar
Pessoas da área que estão no meu orkut
(Enfim - amostra que utiliza a Web 2.0)
http://bibliotecadois.blogspot.com/

Web 2.0 - grupo de trabalho

http://www.web20workgroup.com/

domingo, 17 de junho de 2007

Library 2.0 - Computação

Links sobre técnicas e Programações para Library 2.0
http://www.squidoo.com/library2point0/

sábado, 16 de junho de 2007

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Platão - Mito da caverna - vídeos

Vídeo sobre o Mito da Caverna explicada or prof.
http://www.youtube.com/watch?v=wiYrJNMfEFY

Documentário - Mito da Caverna e Matrix - Fantástico - Tirinha do Maurício de Souza -
http://www.youtube.com/watch?v=Lhy44UYK_nc

República de Platão ( VI e VII)

Discussão sobre os cap. 6 e 7 da República de Platão
http://www.urutagua.uem.br//006/06coelho.htm

POSTER, M. _ artigo

The Mode of Information and the Cultures of the Internet
A Conversation with Mark Poster
http://www.crito.uci.edu/NOAH/paper/ModeInfo.pdf

POSTER - artigo

Sobre virtualidades pós-modernas
http://www.hnet.uci.edu/mposter/writings/internet.html

POSTER, M.- artigo

Esfera Pública e Internet
http://www.hnet.uci.edu/mposter/writings/democ.html

POSTER, M. Livro

Livro POSTER, M.
Focault, Marxismo, História
Poder cria o sujeito.
http://www.humanities.uci.edu/mposter/books/

Bilbioteca 2.0 na Wikipedia - meu

Biblioteca 2.0 na Wikipedia - em contrução
http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_2.0

Biblioteca 2.0 - artigo pedir comut

Pedir para Sônia
Não CCN
Não Capes

Computers in Library, v.27, n. 1 — January 2007

Surfing the Library 2.0 Wave
By Terence K. Huwe Page 36

Online TreasureseLearning About Library 2.0
By Janet L. Balas Page 39

Web 2.0 e Biblioteca - artigo

Computers in Library. v. 27, n. 1 — Jan. 2007

FEATURE
Building a Library Web Site on the Pillars of Web 2.0
by Karen A. Coombs

A year and a half ago when I started as the head of libraries’ Web services, the University of Houston (UH) Libraries was undertaking a project to dramatically reshape its Web site. The site had been in a state of flux and it needed a new structure for both managing and organizing it. At the time, all content was passed through the Web services department before becoming part of the site. As a result, making updates was a time-consuming task and significant portions of the site were out-of-date. In addition, the site’s structure was rigid and inflexible and provided no space for staff or users to participate.
An informal needs assessment revealed that staff members wanted to control their own content and to have a way to make the site more engaging and interesting to their users. These desires were further fleshed out during focus groups concerning the development of the libraries’ strategic directions. Based on these different types of feedback, I realized the staff was looking for a Web site that was more “Web 2.0” in nature.
What is “Web 2.0” though? Web 2.0 is often defined by the technologies that are part of it: social software, Weblogs, linklogs, folksonomies, wikis, podcasts, RSS feeds, and Web services. Because of this, some see Web 2.0 as merely hype. However, if you examine the technologies to see what they have in common a pattern emerges. “Web 2.0” is transforming the Web into a space that allows anyone to create and share information online—a space for collaboration, conversation, and interaction; a space that is highly dynamic, flexible, and adaptable.
Further discussion and reading led me to design six pillars of Web 2.0 that we wanted to use as the foundation for rebuilding our library Web site. These six pillars are as follows:
1. Radical decentralization 2. Small pieces loosely joined 3. Perpetual beta 4. Remixable content 5. User as contributor 6. Rich user experience
1. Radical Decentralization
Radical decentralization is the first pillar of Web 2.0 that I would base the libraries’ new Web site on. For the institution, this pillar was key because the UH Libraries’ Web site has content that is created and updated by a number of different people. The previous site had been highly centralized and staff did not have a reason to take ownership of content. As a result, the quality of content on the site varied greatly from page to page. An important part of decentralizing control of content was establishing ownership of content, a process that took several painful months. Another significant portion of the restructuring was creating a content management system (CMS) to allow staff to update pages.
One unique piece of the UH Librar­ies’ new CMS is its wiki-like nature. Any staff member can make changes to a page if they see a problem. These changes then need to be approved by the page owner before they can go live.
Because of the dramatic shift in the level of responsibility that staff members have for content, they needed to become accustomed to creating and maintaining content. In order to give staff experience with this responsibility while the CMS was being rebuilt, the UH Libraries began experimenting with blogs and wikis. These two projects allowed staff to learn what it was like to create and maintain their own content. This helped them gain experience to inform the creation of policies for the new Web site and helped to shape training on the new system.
2. Small Pieces Loosely Joined
The second pillar of Web 2.0 that guides the restructuring of the librar­ies’ Web site is small pieces loosely joined. The previous Web site, like those of most library systems, was a monolithic silo that stood separate from the rest of the libraries’ Web-based systems. It was inflexible and it was very difficult to add new functionality. This great­ly limited the types of content and services that could be part of the Web site. Additionally, without lots of programming, it was difficult for content to be reused elsewhere on the site or in other library or campus systems.
To deal with this problem, we decided to make the Web site a combination of different technologies including blogs, wikis, and the content management system. Because of known problems with integrating closed systems into the libraries’ Web site, we felt that it was important to use as much open source software as possible to add new functionality to the site. Therefore, we chose Mediawiki for wikis and MovableType to support our Weblogs and incorpora­ted these into the UH Libraries’ site.
Although we haven’t completed a visual redesign of the Web site, the final goal is for all of these systems to have a common look, feel, and login that signals to users that they are on the UH Libraries’ Web site. In addition, to give the site as much flexibility as possible, the CMS is made up of different modules for different content types. The result is that content is reusable throughout the site. For example, my contact information can be displayed on multiple pages, yet one update changes it throughout the site. This allows us to keep content up-to-date.
Reusable content also means that people can easily create pages that combine existing content. So the history subject selector could add her contact information to a page, along with the relevant list of history databases and appropriate list of history news items, thereby creating a subject guide for history. Additionally, modules allow any piece of the CMS to be replaced as needed and new modules to be built quickly and easily without altering the underpinning of the site.
3. Perpetual Beta
Because everyone knew that the restructuring of the Web site would mean a significant time filled with lots of new systems, development, and changes, perpetual beta is the third Web 2.0 pillar we adopted. The idea embraces change and creates an environment where systems are deployed early so that iterative and constant improvements can be made. A crucial piece of this is making users a part of the development process and gathering constant input from them to make updates and changes.
This idea guided our implementation of Weblogs and wikis as well as development of the content management system. With each of these projects we deployed the initial version of the new system with a small group of staff who would test it and help us make refinements. After 4–6 weeks, we then made the systems available to all of the UH Libraries staff. When we deployed the systems, we made sure to let people know that we expected the systems wouldn’t be perfect, that we wanted feedback on them, and that we would be making improvements constantly. Deploying systems in this manner has been extremely gratifying not only because of the feedback we are able to gather, but also because it allows us to bring up new services more quickly and see how they mature over time.
4. Remixable Content
Remixable content is the fourth pillar of Web 2.0 that guided our redesign. Remixable content is content and/or data that is accessible to be repurposed in other applications. Typically in the Web 2.0 world this is done via an application programming interface (API). Sites such as Flickr and del.icio.us provide developers with a framework that can be used to incorporate their content into other applications. Ideally, we would like to provide the same type of framework for content on the UH Libraries’ Web site. The advantage of this is that the libraries’ content could then be incorporated into other university Web sites. For example, subject guide content could be incorporated into the corresponding department’s Web site or appropriate classes in the university learning management system. Although we have yet to complete an API for the libraries’ Web site, we have taken steps to build a system on which an API could be added.
Additionally, the libraries’ Web site has been constructed with the capability to remix content from other sources. For example, newsfeeds from other sources can be incorporated. Research is also being done to discover a way to easily and seamlessly incorporate resources from the libraries’ catalog and databases into the site and into other internal and external applications. This is probably the greatest hurdle that we’ll need to overcome in order to make the Web site Web 2.0 friendly.
5. User as Contributor
During my needs assessment and the strategic directions focus groups, feedback from the libraries’ staff members revealed that they wanted the Web site to be more engaging and useful to our patrons. One way that Web 2.0 sites en­gage their users is by providing them with a space where they can create content and give feedback. As a result, user as contributor became the fifth pillar of the site redesign. Most library Web sites do not have spaces for users to contribute content. Our site was no exception.
Wikis for library instruction classes are one space in which we envision users creating and maintaining content side-by-side with librarians. We have begun preliminary experiments with this idea but are still trying to resolve some technical issues. It is also possible that users could eventually contribute to the libraries’ Web site itself; the wiki-like structure of the CMS can facilitate this. However, we have yet to decide where on the site this functionality will be available. Likewise, there is a great deal of interest in allowing users to add tags and reviews to materials in our catalog, but how or when to implement this functionality is still undecided.
Additionally, our organization is participating in the Texas Digital Library’s (TDL) Faculty Archive Repository (FAR) and Learning Objects Re­pository (LOR) projects. The FAR project will allow faculty to contribute research materials to a central repository, which spans institutions. The LOR project will create a space for faculty to deposit learning objects in much the same way. The UH Libraries’ participation in the TDL will provide UH faculty and researchers with a space in which to share their ideas and to potentially collaborate with others.
6. Rich User Experience
Closely related to the concept of user as contributor is the fifth pillar of Web 2.0, developing a rich user experience. Allowing users to contribute content is one way to create a richer user experience, however, there are many others. Using a variety of the types of content on the site is one way to do this. To this end, the UH Libraries has begun to explore ways to incorporate multimedia into the Web site. In particular, we have begun investigating screencasts and developing the capabilities to stream video.
We have also sought out ways to make our Web site more interactive by providing space for online interaction and collaboration. Wikis are one tool. Instant messaging and/or chat reference may also provide a way for users to interact with librarians. To create a more desktop-style-application experience for users, we have been exploring using Ajax. Personalizing and customizing a Web site can also make for a richer user experience. Because libraries typically try to purge data concerning user transactions, personalization is difficult. However, the site can provide some customized content through the use of subject-oriented portals.
The Web 2.0 Pillars Continue to Support Us
Over the course of the last year, the University of Houston Libraries has used the principles of Web 2.0 as the building blocks for a new Web site. We have completely restructured the technology behind our Web site in order to make the site more flexible and adaptable. We have incorporated new tools and added services to better adapt to the needs of our users. Through this pro­cess, we learned that because of proprietary systems, fully realizing the dream of a Web 2.0 site is daunting. However, some aspects of Web 2.0, such as blogs and wikis, can be incorporated into library Web sites readily. Yet, even with all of the changes, the UH Libraries still has a lot of work that needs to be done to make its Web site truly Web 2.0 in nature.
Creating a Web site that truly reflects Web 2.0 is a task that is always changing as our tools and user expectations change over time. By keeping in mind the things that make Web 2.0 unique—radical decentralization, small pieces loosely joined, perpetual beta, remixable content, user as contributor, and rich user experience—we can strive to build something meaningful for our users.

Further Reading
Blyberg, John (2006) “Library 2.0 Web sites: Where to Begin” www.blyberg.net/2006/03/12/library-20-Web sites-where-to-begin
Miller, Paul (2005) “Web 2.0 Building the New Library” Ariadne 45 — www.ariadne.ac.uk/issue45/miller
O’Reilly, Tim (2005) “What is Web 2.0” www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html Library 2.0 Reading Listwww.squidoo.com/library20
Karen A. Coombs is the head of libraries’ Web services at the University of Houston Libraries in Texas. She has worked for more than 5 years developing and maintaining Web sites and Web applications for libraries and has written several articles on related topics. She has an M.L.S. and an M.S. in information management from Syracuse University in New York. Her email address is kacoombs@uh.edu.

Web 2.0 na Biblioteca - link

Biblioteca a partir da Web 2.0
http://www.infotoday.com/cilmag/jan07/Coombs.shtml

Web 1.0 e Web 2.0 - Pedir comut

Pedir para a Sônia
Não CCN
Não na Capes

BREEDING, M. Web 2.0? let´s get to web 1.0 firt. Computers in Libraries, v.26, n.5, p. 30-33.

Web 1.0 e Web 2.0

Site do prof. Marshall Breeding sobre web 1.0, web 2.0, Biblioteca 2.0
http://staffweb.library.vanderbilt.edu/breeding/

Biblioteca 2.0 - Congresso

Congresso sobre Biblioteca 2.0 abril, 2007
http://www.infotoday.com/cil2007/overview.shtml

WIKIPEDIA - regras para colocar conteúdos

Regras mínimas para colocar conteúdos na Wikipedia
http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Chamoluciana&redirect=no

TCC- Resumo

Link para o resumo do TCC - 1998 - Avaliação de linguagens Documentárias
http://www.marilia.unesp.br/ensino/graduacao/biblioteconomia/tcc/gracioso-luciana-souza.pdf

Dissertação - ISKO - 2005

Apresentação de Poster - Dissertação - ISKO - Espanha - 2005
http://bd.ub.es/isko2005/en/programa.php

Artigo -SNBU - 2006

Link para o trabalho " Perspectivas Pragmáticas para estudo do usuário no contexto virtual (SNBU-2006)
http://www.snbu2006.ufba.br/soac/viewabstract.php?id=294

Tcc - citação em evento

Citação em Congresso ao Trabalho de TCC da gradução.
http://www.riterm.net/actes/7simposio/fujita.htm

Dissertação mestrado - resumo

Link para resumo da Dissertação de mestrado.
http://www.inep.gov.br/pesquisa/bbe-online/obras.asp?autor=GRACIOSO,+LUCIANA+DE+SOUZA

Link para Grupo de Pesquisa

Participação no Grupo de pesquisa IBICT/UFF
http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalheest.jsp?est=4898201916360294

Relatoria - Seminário

Relatoria
Seminário de Pesquisa em Ciência da Informação
http://72.14.209.104/search?q=cache:towr3D-uL6kJ:www.uff.br/ppgci/editais/seminariopesquisa.pdf+luciana+gracioso&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=3&gl=br

Artigo - Informação estatística - original.

Artigo publicado no site da Cide e que originalmente fora publicado na Revista Perspectivas em Ciência da Informação.
http://www.eci.ufmg.br/pcionline/viewarticle.php?id=57

ARTIGO INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA - NO SITE DA CIDE

Partes de meu artigo de mestrado publicadAs no site da Cide (sem referenciação)
http://200.156.34.70/cide/artigos.php?pagina=1&cod_artigo=49

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Biblioteca 2.0 na Wikipedia (conceito em construção)

Construção do conceito de Biblioteca 2.0 na Wikipedia (meu)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Livro_de_estilo/Se%C3%A7%C3%A3o_introdut%C3%B3ria

Library 2.0 - blogs

Links sobre artigos Library 2.0 publicados em revistas on line - blogs
http://library-20-in-higher-education-swicki.eurekster.com/Library+2.0/

Library 2.0 com referências

Library 2.0 Theory: implicações para as Bibliotecas
Contém nas referências todos os links para as siglas do glossário que irei construir.
http://www.webology.ir/2006/v3n2/a25.html

Wikipedia na Revista Nature

Artigos na revista NATURE (UK) sobre Wikipedia.
Estudos sobre a validação dos conteúdos da Wikipedia
Muitos artigos têm cidados fontes da wikipedia

http://www.nature.com/search/executeSearch?sp-q=wikipedia&sp-c=10&sp-x-9=cat&sp-s=date&sp-q-9=&submit=go&sp-a=sp1001702d&sp-sfvl-field=subject%7Cujournal&sp-x-1=ujournal&sp-p-1=phrase&sp-p=all

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Debian - Sistema Operacional Universal.

Projeto Debian . Sistema operacional Universal construído coletivamente.
Trabalho em Sociologia da puc sobre o assunto . Entrei em contato por e-mail.
Sugestão do prof. Marco Almeida. Usp -Ribeirão.
http://www.debian.org/index.pt.html

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Evento - Biblioteca Digital - trabalho até 15/06

Seminário sobre biblioteca digitais.
http://www.usp.br/sibi/sibdb/

Web 2.0 e Web 3.0

Web 2.0 para Web 3.0
Site no modelo Wiki sobre Web 3.0.
http://ontoworld.org/wiki/Main_Page

Evento - trabalho até 15/07/07

Evento sobre Organização do Conhecimento
Chamada para trabalhos.
http://www.asis.org/Conferences/AM07/am07cfp.html

Web e Ci - eventos

Eventos relcionados ao tema em 2007.
http://searchtextmining.spaces.live.com/?_c11_BlogPart_BlogPart=blogview&_c=BlogPart&partqs=amonth%3d5%26ayear%3d2007

Blog - conceito na Wikipedia

Conceito, histórico, aplicativos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Blog
Datagrama, 2007
Artigo "relativamente relacionado" a constituição de redes colaborativas para desenvolvimento de pesquisa.
Muita análise de dados e pouco referencial teórico.
http://www.dgz.org.br/fev07/F_I_art.htm

Biblioteca 2.0 - levantamento bibliográfico

Nenunhum verbete na Wikipedia
para biblioteca 2.0 e library2.0.

Wikipedia na Wikipedia

Wikipedia na Wikipedia.
Todo o histórico.
Dados estatísticos de uso e verbetes.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia

Web 2.0 na Wikipedia

Conceito de Web 2.0 na Wikipedia
Discute a origem do conceito, histórico, elementos de computação, notícias relacionadas, principais autores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0

domingo, 3 de junho de 2007

Web 2.0 - slides

Vários slides sobre Web 2.0
http://www.slideshare.net/tag/web-2-0

Web 2.0 - artigo

Artigo sobre Web 2.0 e a Biblioteca, 2005.
http://www.ariadne.ac.uk/issue45/miller/

Wikipedia - Levantamento bibliográfico

Um material encontrado no banco de teses do Ibict sobre WIKEPEDIA:

Autor:
Patrick Pedreira Silva
Título:
[pt]ExtraWeb: um sumarizador de documentos Web baseado em etiquetas HTML e ontologia.
Instituição de defesa:
Universidade Federal de São Carlos
Data de defesa:
2006-07-10

Web 2.0 - levantamento bibliográfico

Banco de teses e dissertações do Ibict.
Nenhum material identificado sobre Web 2.0

Web 2.0 - Arist

Nenhum artigo identificado até 2008.

Web 2.0 - Conferência

Conferência sobre Web 2.0, 2006.
Disponibiliza material na íntegra.
http://www.web2summit.com/pub/w/40/coverage.html

Web 2.0 - Conferência

Conferência sobre Web 2.0 outubro de 2007
http://www.web2con.com/

Web 2.0 - vídeo

Vídeo sem muito conteúdo de uma Conferência em São Francisco , 2005, sobre Web 2.0
http://www.youtube.com/watch?v=xwWoAgZFzMI

Wikipedia - Levantamento bibliográfico

Nenhum artigo identificado na base Scielo

Web 2.0 - vídeo

Vídeo em inglês sobre Web 2.0.
Conceitual e pouco técnico
http://www.youtube.com/watch?v=P39UukNpga4

Web 2.0 e Biblioteca 2.0 - levantamento bibliográfico

Pesquisa no scielo sobre web 2.0 e Biblioteca 2.0.
Nenhum item localizado

Web 2.0 - artigo traduzido

Artigo traduzido sobre Web 2.0 publicado na revista da UFPB.
http://72.14.209.104/search?q=cache:8h5uEKTARQ8J:periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/831/623+UFPB+biblioteconomia+web+2.0&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=br

Web 2.0 - Vídeo

A máquina somos nós.
Vídeo que apresenta alguns questionamentos sobre a Web 2.0.
http://www.youtube.com/watch?v=NJsacDCsiPg

Web 2.0 - artigo

Artigo completo sobre as implicações da web 2.0 .
Diferencia-a das outras Web.
Explica a estrutura e os componentes computacionais.
http://www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html

Web 2.0 e Ciência da informação - Congresso

Blog sobre a área de Ciência da Infomração e divulgação de evento sobre Web 2.0 em portugal
http://ratodebiblioteca.blogspot.com/2007/05/web-20-na-cincia-da-informao.html

Web2.0 e Biblioteca

Slides sobre web 2.0 e Biblioteca
http://www.slideshare.net/janjos/formacao-web-20/

Web 2.0

Livro sobre Web 2.0
http://www.thinkfree.com/view.tfo?file=ptwQoshC52s%3dtfo

Biblioteca 2.0 e Web 2.0

Blog sobre Biblioteca 2.0 e Web 2.0
http://lit2542006.blogspot.com/2006/08/library-20-theory.html

Biblioteca 2.0

Monografia sobre Biblioteca 2.0
http://inf.certi.org.br/caruso/caruso.pdf

Biblioteca 2.0

Comentários da revista Extralibris sobre Biblioteca 2.0
http://extralibris.info/artigo/26#comment-49

Filosofia da Linguagem e Web

Blog sobre a Filosofia da Linguagem e a Web
http://blogs.netapp.com/dave/ThinkingOutLoud/?permalink=My-Philosophy-of-Language-Why-Google-is-My-Word-Usage-Guide.html

Web 2.0, Biblioteca 2.0 e Redes Sociais

Blog sobre Web 2.0, Biblioteca 2.0 e Redes Sociais
http://bsf.org.br/category/biblioteca-20/

Web 2.0; Biblioteca 2.0; Privacidade

Texto sobre a política de privacidade no uso da Web 2.0 e na constituição da Biblioteca 2.0.
http://libraryjuicepress.com/blog/?p=68

Biblioteca 2.0

Blog discute as implicações da Web 2.0 nas Bibliotecas.

Web 2.0

Vídeo apresenta os principais questionamentos sobre a Web2.0